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Comumente usamos a penta do próprio tom, ou seja, se temos um acorde de Am usamos a penta de Am. Isso é algo simples e eficaz, porém é o básico que pode ser muito bem feito e, dependendo do contexto, ser o suficiente.
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Resolvi dar esse título meio “petulante” para ser mais direto e objetivo sobre o assunto. Os tópicos não estão em ordem cronológica.
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A minha inspiração para escrever esse artigo foram 2 saxofonistas, de um lado Chris Potter e de outro lado um saxofonista que, por questões óbvias, prefiro não revelar o nome.
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Comecei a tocar com 12 anos de idade e como é de praxe nessa fase das nossas vidas fazemos um monte de coisas porque no fim das contas não fazemos a mínima idéia do que verdadeiramente curtimos. É uma fase de experimentações. Nessa época eu surfava, jogava basquete, vôlei e fazia karatê. Depois fiz capoeira, jiu jitsu, boxe tailandês e enfim hoje pratico boxe.
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Eu toco guitarra há 20 anos. Comecei com 12 anos e com 16 anos eu possuía 3x mais pedais do que tenho hoje em meu set.
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A ferramenta essencial do músico é o ouvido. Músico sem ouvido é como um ourives cego.
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Por que determinadas notas não funcionam bem sobre determinados acordes e certos acordes não funcionam bem sobre determinadas sequencias harmônicas? Será que é coisa de nossa cabeça, ou melhor, do nosso ouvido, ou existe uma explicação plausível para isso?
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